Silaban Brotherhood: Media Informasi dan Komunikasi Generasi Silaban di Internet

Pilih Topik Artikel:

Kamis
29
Mei '08

Ensinar ou aprender nos ringues


Ensinar ou aprender nos ringues Muito da involução do boxe brasileiro nos últimos anos se deve à falta de bons treinadores. Esse é um fator que preocupa, pois podemos comprovar diariamente em dezenas de academias esportivas espalhadas por todo o País a presença de pessoas totalmente desqualificadas para exercerem uma função que, com o passar do tempo, só provoca danos ao pugilismo.

Mesmo hoje sem um grande ídolo nacional, cada vez mais pessoas procuram a prática do boxe para melhoria da forma física e, até mesmo em algumas circunstâncias, como modo de defesa pessoal. Porém, a absoluta maioria dos técnicos – dentro de academias da moda e mesmo em locais onde, em tese, deveriam ser formados novos atletas amadores e profissionais para o esporte – não tem qualquer formação.

Muitos acreditam que pelo simples fato de ainda serem ou terem sido lutadores ou “apreciar” a modalidade lhes dá a garantia e a certeza de que podem exercer a atividade como especialistas da área. O resultado prático, porém, nos leva a refletir sobre o que está ocorrendo dentro e fora dos ringues.

É verdade que profissionais bem-sucedidos de vários setores chegam ao estrelato pelo simples dom natural que têm de transmitir seus conhecimentos. Mesmo sem terem freqüentado um banco escolar são capazes de identificar e produzir novos talentos. Mas isso não é regra. É exceção.

Para citar apenas um exemplo que possa ilustrar ainda melhor nossa crítica, há um treinador em São Paulo, com mais de 70 anos de idade e que realizou em sua carreira cerca de 100 combates tanto na categoria amador quanto profissional. Mesmo com todo esse tempo de ringue e comandando uma academia há muitos e muitos anos, ele nos confessou (e pudemos ver na prática) que não sabe “fazer a mão” de um lutador, ou seja, não sabe colocar as bandagens como manda a regra do esporte. Ele se perde completamente com as faixas e os esparadrapos. Inacreditável.

Fatos como esse nos empurra para um caminho mais que desejável. Esses profissionais precisam, obrigatoriamente, preparar-se e, além do que sabem pela experiência, aprender a transmitir seus conhecimentos obtidos ao longo de várias temporadas e ao custo de muito suor.

Se alguém lhe perguntar sobre quais são os melhores técnicos brasileiros de futebol na atualidade, seguramente você não deixará de citar nomes como Luiz Felipe Scolari e Wanderley Luxemburgo. Mesmo não tendo sido grandes jogadores – Scolari era zagueiro e Luxemburgo, lateral-esquerdo – eles têm a qualidade de transmitir seus conhecimentos e fazerem suas equipes campeãs.

Entretanto, eles não foram atuar fora dos gramados apenas com o que descobriram dentro das quatro linhas. Os dois procuraram cursos, participaram (e ainda participam) de congressos e encontros em diversas partes do mundo com o intuito de aperfeiçoarem ainda mais seu trabalho. Mesmo com dezenas de títulos no currículo, contas bancárias recheadas e fama mundial, Scolari e Luxemburgo sabem que precisam aprender todos os dias.

Essa mesma humildade, contudo, falta ao boxe nacional. São raríssimos os casos de treinadores que estudam novas técnicas desenvolvidas em outros países, que visitam bibliotecas ou videotecas ou que demonstrem o interesse em discutir e participar de encontros, nem que seja para simples troca de experiência. A maioria pensa que viver em seu mundinho é mais que suficiente. Não sem razão é possível contar nos dedos os atletas que, de fato, são reais esperanças de títulos em pouco tempo.

É por essas e outras que sentimos saudades dos rigorosos e exigentes professores de outrora. Mesmo que não gostássemos, éramos impelidos a ter contato com autores como Machado de Assis, Guimarães Rosa, José de Alencar, Euclides da Cunha, Cecília Meireles, Clarice Lispector (na verdade uma ucraniana radicada em nossas terras) ou Mário de Andrade. O recado dos mestres era simples e objetivo. Para ser bom profissional e colher dividendos do que se deseja no futuro é preciso se preparar ao máximo para eles.

LUVAS CRUZADAS

Justa – Os bons boxeadores nacionais continuam sendo alvo dos agentes internacionais. Nada contra a ida de atletas para combaterem em outros países, afinal, sempre se chega ao ponto de que sua atividade é profissional, que precisa ser remunerada etc. O que eles precisam é de melhor orientação quanto ao real valor que devem receber de bolsa, bem como saber que, em países como Alemanha, a moeda corrente é euro e não dólar. Devido à ação desses agentes, o dinheiro que sobra nas mãos dos atletas invariavelmente é muito inferior ao que é pago pelos promotores.

Vigor – Se tem um nome que é referência no boxe brasileiro, é o jornalista e presidente da Federação Paulista de Boxe, Newton Campos. Na última terça-feira (27) ele completou 83 anos comandando mais uma rodada de seus incontáveis torneios amadores, promovidos há décadas, todas as semanas, de janeiro a dezembro, em São Paulo. Mesmo sem grandes apoios financeiros, Campos mantém a paixão pelo trabalho, um vigor físico invejável para a idade e o timbre de voz inconfundível.

Glória – Sonhando em voltar a ser desafiante ao cinturão mundial, o tailandês Ratanapol Sor Vorapin (55-6-1, 44 KOs) derrotou o indonésio Juharum Silaban (7-11-1, 1 KO), por nocaute no segundo round e manteve seu título do Pacífico, entre os moscas (50,8k), no dia 23 em seu país. Vorapin foi campeão do mundo pela FIB – à época pela categoria mínima (47,6k) – e, entre suas seis defesas, teve uma contra o brasileiro Wellington Vicente, em 1997. Ratanapol é irmão de outro ex-campeão do mundo, Ratanachai, que ficou com o cinturão dos galos (53,5k), versão OMB, em 2004.

Abertura – O atual presidente de Cuba, Raúl Castro, é tão socialista como seu irmão, Fidel, que comandou oficialmente a ilha caribenha desde 1959 até o ano passado, porém, é mais conciliador, bom administrador e de personalidade discreta. Já de olho nas grandes mudanças que Raúl vem promovendo nos últimos meses, o Conselho Mundial de Boxe (CMB) acredita que, com o passar do tempo, existe a possibilidade de se promover boxe profissional naquele país desde que, claro, se defenda os interesses e que haja benefícios para os lutadores cubanos.

Tragédia – O chinês, radicado no Japão, Cho Hi, morreu no último dia 18, depois de sair do ringue em estado de coma e com hemorragia cerebral. Ele havia sido derrotado por nocaute técnico no sexto e último round pelo japonês Daichi Sakoda, no combate realizado no dia 3 de maio. Cho Hi tinha apenas 22 anos e foi a 37ª vítima fatal na história do boxe nipônico que já havia sofrido grande comoção havia três temporadas, com a morte do supermosca (52,1k) Seiji Tanaka.

Sumber : (rcarrera)  Gazeta Esportiva, São Paulo


Silahkan memberikan tanggapan !

Catatan:
1) Mohon Maaf.. Tanggapan perdana Anda akan kami moderasi sebelum ditampilkan !
2) Selanjutnya dikemudian hari, mohon gunakan Data Anda (Nama, Email, Website) dengan konsisten (sama) agar tanggapan Anda langsung tampil (tanpa moderasi) dan memudahkan Anda menelusuri komentar-komentar sebelumnya pada situs ini.





Artikel sebelumnya :
   » » PLN Tandatangani Pinjaman dari Bank of China
Artikel selanjutnya :
   » » PLN Teken Pinjaman US$ 529 Juta